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Após iniciado o projeto de educação a distância (EAD), melhorias são sempre bem-vindas. A questão é saber em que investir. Por isso, pesquisamos quais investimentos em EAD o mercado tem feito.

Você terá noção das tendências, ferramentas e apostas que organizações pelo Brasil têm feito ultimamente. Desse modo, poderá se decidir com segurança.

Estudo mais recente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) revelou que 25% das organizações pretendem aumentar os investimentos em EAD, 20% planejam manter e só 6% cogita reduzir.

A ABED também apontou para onde vai maior parte dos investimentos em projetos de EAD com cursos totalmente a distância:

- Criação de conteúdo.
- Tecnologia e inovação.
- Novos cursos/módulos.

Logo surge a questão: por que os investimentos em EAD vão para essas áreas? 

Para entender, exploramos cada uma delas, mostrando vantagens, explicando porque valem a pena e exemplificando a aplicação das soluções. 

Investimentos em criação de conteúdo

Antes de tudo, é importante entender a diferença entre criação de conteúdo e de novos cursos/módulos.

Entendemos por conteúdo, vídeos, games educativos, e-books, guias, manuais, enfim, materiais que disseminam conhecimento, mas que não seguem o formato tradicional de um curso. Este inclui aulas, tópicos e avaliações. 

Nesse sentido, uma tendência é o microlearning, formato em que se distribuem materiais educativos de curta duração. Em vez de realizar um curso inteiro, o profissional se capacita em pequenas doses. É aí que entram os conteúdos citados no parágrafo acima.

Videoaula é o formato preferido do brasileiro para estudar on-line, de acordo com o IBOPE. Por isso, apostar em vídeos é uma boa ideia.

Seja produção própria, seja compartilhado de outra fonte, você pode adicionar vídeos à plataforma EAD numa seção independente dos cursos.

No LMS webAula, por exemplo, é possível incluir vídeos tanto nas trilhas de aprendizagem quanto na biblioteca de mídias digitais.

Investimentos em tecnologia e inovação

Há três destaques nessa área: dispositivos móveis, gamification e comunidades virtuais. Apesar de serem recursos tecnológicos, focam no ser humano. Esse é o detalhe que os diferencia e atrai porções dos investimentos em EAD.

Mais de 90 milhões de brasileiros usam celular para acessar a internet, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Já a comScore, especializada em pesquisa de mercado, apontou que quase metade dos internautas no Brasil navegam na rede alternando entre computador, smartphone e tablet.

A implementação de ambientes de aprendizagem compatíveis com celulares e tablets está deixando de ser diferencial para se tornar obrigação. 

Gamification e grupos colaborativos são ferramentas que também se adaptam às tendências de comportamento dos usuários, mas um jeito subjetivo. Isso porque apelam para comportamentos inatos do ser humano: a busca por recompensa e a sociabilidade. 

Gamificar a plataforma EAD é uma estratégia para aumentar o engajamento, visto que os usuários tendem a completar as atividades em troca de pontos. 

Os grupos, por sua vez, incentivam a interação e humanizam a experiência de aprendizagem a distância. Desse modo, reduz a percepção de isolamento que, eventualmente, os alunos possam ter. 

Um exemplo prático disso está no LMS webAula, que oferece aos alunos sistema de pontuação e troca por prêmios conforme completam as atividades estabelecidas pelo gestor do projeto de EAD. Além disso, possui comunidades em que participantes compartilham conteúdo e trocam ideias.

Novos cursos/módulos

Para que os investimentos em novos cursos façam sentido, você precisa certificar-se de que tanto o conteúdo quanto a tecnologia estejam alinhadas com as tendências aqui apresentadas.

Por quê? A verdade é que o curso deve ter formato atrativo para os alunos (inserindo vídeos e gamification, por exemplo) e funcionar em dispositivos móveis. De que adiantaria a plataforma abrir no celular, mas o conteúdo ficar distorcido?

Por isso é importante o acompanhamento de profissionais especializados na criação do curso. É o caso da Fábrica de Conteúdo, cujo fluxo de produção segue os moldes de uma verdadeira fábrica. Do atendimento ao cliente à análise final, o material passa por pedagogos, revisores, designers e programadores.

Tudo visando à adequação do produto às necessidades do cliente. 

Conclusão

Você viu para onde os investimentos em EAD estão indo. Também entendeu os benefícios de tais decisões. Por fim, conheceu exemplos práticos da implementação dessas soluções em produtos reais. 

Como revelado pela ABED, o mercado já está caminhando nas direções discutidas aqui. 

Então, ao direcionar os próximos investimentos no seu projeto de treinamento e capacitação, considere esses fatores para não ficar para trás

Compartilhe este artigo com seus colegas! 

 

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